Sobre a valorização da educação e a cultura atual
Por Mariano Soltys, filósofo e professor

Presenciamos uma série de fatos que envolvem a educação, mais especificamente os professores. Desde a situação atual no município, até o Conselho de Classe desta semana, ou até mesmo o Concurso Público do Estado, todos resultam em uma reflexão sobre a educação de um modo geral. Avanços aconteceram, mas a crise atual pode exigir melhorias, como a valorização de professores, os principais atores nesse processo.
O professor é um herói, ninguém pode negar. Presenciei uma homenagem aos segundos professores, ali da escola Celso Ramos, e notei a importância de alguém da CRE chorar na revolução que pode ser feita em pequenos atos, como no cuidado com alunos portadores de alguma deficiência. Segundos Professores são necessários, não podendo ser trocados por qualquer pessoa.
Concurso público
Direitos – O caso do recente concurso público, com questões confusas e exageradas, também pode dar um contraponto, o que resultou em diversas reclamações por parte de professores. Direitos também não podem ter um retrocesso, assim, numa progressão para a carreira. O professor é um ET, é alguém de outro mundo, mas no bom sentido. Observar professores mostra a dedicação constante da classe, que é formadora de médicos, advogados, políticos, dentre outros, e assim é a profissão principal.
Atividade pedagógica
Função social – Desta feita, tanto respeitar os professores de um modo geral, porém, atos como direitos, salário justo, bem como um concurso que realmente avalie a atividade pedagógica, e não seja um desafio para excluir professores e selecionar pela sorte.
Também a população não pode negar que os professores têm uma função social muito importante, tirando jovens das drogas, levando para a cidadania, tendo um papel muito bom, e não sendo doutrinadores, como se costuma acusar, indevidamente. A cultura deve centralizar o papel dos mestres, a fim de que tenhamos bons modelos na sociedade.
Desafios
Politicagem ou confusão – Não apenas jogadores de futebol, ou estrelas, mas aqueles que perto de nós todos os dias enfrentam desafios. Também se deve efetivar os professores temporários, a fim de que a profissão não fique informal, ou a cada tempo necessitando novas chamadas. O respeito deve vir na cultura, para que não se alimente uma forma de repulsa sem justificativa, por politicagem ou confusão.
WhatsApp – O grupo de WhatsApp do Jornal Edição Digital pode ser acessado aqui.


