COMO FUNCIONAM AS LIXEIRAS SUBTERRÂNEAS DE SÃO BENTO?

SÃO BENTO DO SUL

SAMAE PRETENDE INSTALAR 13 DESSAS ESTRUTURAS NA CIDADE, QUATRO DELAS AINDA ESTE ANO, NO CALÇADÃO CENTRAL, SENDO UMA NOVIDADE TECNOLÓGICA NO RECOLHIMENTO DOS RESÍDUOS

Quem passar pelo Calçadão Central de São Bento do Sul nos próximos dias vai perceber uma novidade na coleta de lixo. O Samae implantou lixeiras subterrâneas, estruturas adequados e modernos para o descarte de lixo. Cada lixeira tem o investimento de R$ 69 mil. A autarquia prevê instalar mais 13 lixeiras do modelo pela cidade, sendo que quatro delas serão instaladas ainda este ano no Centro. 

Para o prefeito Antonio Tomazini (PSDB), a tecnologia vai reforçar o calçadão como local de lazer, encontros e comércios. “Notamos que havia muito acúmulo de lixo nas calçadas. Então, estamos embelezando e trazendo algo moderno. É algo inédito na cidade, muito bacana, que vai trazer muita comodidade e também muita reciclagem para nós”, comentou.

Sensor de nível

Dispositivo – As lixeiras funcionam tanto para a destinação do orgânico quanto do reciclável. Quando a lixeira estiver cheia, um sensor de nível vai avisar e para que o lixo seja transportado pelo caminhão. A conexão será feita com uma mangueira no dispositivo. Tudo fica escondido e acomodado de forma correta, evitando que o lixo fique jogado pelo chão, segundo o poder público municipal.

“O nosso lixo, hoje, é coletado aqui e parte dele vai para o aterro, mas essa realidade vai mudar. Estamos há um ano com o projeto-piloto da Usina de Processamento dos Resíduos. Lá, quando chega, o lixo comum é separado”, explica o presidente do Samae, Osvalcir Peters.

“O material reciclável vai ser reaproveitado, gerando energia para confecção de peças como pavers, por exemplo”, continua, lembrando que do material orgânico será feito biogás.

A usina

Mão de obra – A usina está na fase de análise de recurso para a contratação da mão de obra, que vai operar no local. “Operamos até o mês de agosto em pré-operação. Já conseguimos processar praticamente vinte toneladas de lixo por dia, em um turno. Vamos dobrar o turno agora, e processar praticamente 40 a 45 toneladas”, comenta Peters. 

A partir de dezembro

Objetivo – O objetivo é que futuramente todo o lixo recolhido no município deixe de ir para o aterro, sendo encaminhado justamente à usina, a qual deve começar a funcionar de maneira contínua a partir de dezembro, conforme o governo municipal.

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