Pena que pode ser o povo feito de palhaço
Por Mariano Soltys,
filósofo e professor

O bobo da corte era um palhaço que conseguia falar mal do rei e do governo – sem perder a cabeça na guilhotina ou ir para a masmorra. Talvez seja esse o bom lado de alguns candidatos, com certo bom humor, quando mostram personagens engraçados. Há quem já colecione alguns mandatos em cargo, mantendo o personagem.
Fake news
Sósia – Pena que pode ser o povo feito de palhaço. Há quem se vista de colorido e influencie seus colaboradores para o voto. Outro espalha teorias de conspiração: o candidato tem um sósia e supostamente vemos uma suposta fraude na campanha. Devemos nos precaver contra as fake news. Vemos uma polarização. Certas promessas são dadas, sem, contudo, haver uma efetiva mudança no País.
Tema
Filosofia – Parece que não se tem opção de escolha democrática. De qualquer forma, defendamos a democracia e o Estado de Direito. Seja com campanhas mais sérias, ou as mais descontraídas, o legal é a diversidade de opinião e que todos tenham voz, nessa ágora ou praça pós-moderna. Fato é que política é coisa séria. Desde Sócrates, Platão, Aristóteles, Maquiavel, Hobbes, Locke e outros, se destaca algo que torna complexa a política, sendo tema elevado de filosofia.
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