MARIANO SOLTYS: “CADERNOS EMERGENTES”, UMA ENCICLOPÉDIA 

FILOSOFIA DO SUL SÃO BENTO DO SUL

O livro vinha sendo produzido faz anos, desde 2013

Por Mariano Soltys, filósofo e professor

Recentemente lançamos nosso livro “Cadernos Emergentes”, em seu primeiro volume. O livro vinha sendo produzido faz anos, desde 2013. Tamanho hercúleo trabalho, lembrando a Odisseia que se avizinha, chega em 2026 a nos presentear com essa pérola da literatura. Baseada nos clássicos, a obra comenta de início livros sagrados indianos, onde eu faço biografias de autores, bem como Cléverson escreve as obras por elas mesmas, em seleções essenciais dos textos. 

Intempéries
Tesouro – Como toda a grande obra, essa não se fez de modo fácil. Passando por pandemia, bem como sobrevivendo a toda a sorte de intempéries, eis que surge esse tesouro. Há quem se lembre das antigas enciclopédias, ou dicionários. Antes da Internet, havia essas obras que buscavam ser o conjunto de todo o saber humano, da ciência e da filosofia.

Mas não fica apenas em livros sagrados, buscando comentar e citar diversos textos que têm sintonia com a nossa cultura, comparando, por exemplo, parábolas indianas, com aquelas presentes na Bíblia. Falando nisso, há a relevância de Moisés, bem como de outros personagens centrais na cultura cristã. 

Livros sagrados
Análise – Além da Bíblia, pode-se lembrar de textos como o Alcorão, o Talmude, Midrash e outros, que pela extensão parecem ter sido feitos pelas vidas de seus autores. Os “Cadernos Emergentes” também somam, nesse primeiro, volume textos hindus, bem como um universo que talvez não seja tão bem conhecido.

O livro começa pelos Vedas, que são a Bíblia hindu. A obra vai além, trazendo mais de 3790 personalidades, além de livros sagrados, filosofia chinesa, árabe, judaica, mitologia e tudo mais. Uma análise mística feita por mim de mitologia grega, ganha destaque. Também autores egípcios, de uma filosofia africana e muito mais.

Tratado
Mentes humanas – Claro que passaríamos por dias para falar o que tem nesse livro, como se fosse falar de um tratado ou enciclopédia. Um livro em que sonhei ler, e menos ainda, em escrever. Mas alguém tinha de se inspirar, e assim Cléverson e eu trabalhamos nessa inspirada produção. Em tempos de Inteligência Artificial, eis que essa obra foi feita ainda com nossas mentes humanas.

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