O cosmos pode ser medido em anos-luz, mas o verdadeiro infinito reside dentro de cada ser
Por Nicole Fernanda Pillati Pereira,
futura escritora

A Lua, um astro distante, brilha como um espelho, refletindo a vastidão do que ainda não compreendemos. Conquistá-la foi um salto grandioso, mas e o universo dentro de nós? O homem ergue os olhos ao céu, desvenda estrelas, mapeia crateras, mas tropeça no silêncio de sua própria alma.
Ponto de chegada
Jornada – De que vale o domínio do cosmos se o abismo interior permanece inexplorado? A Lua, um ponto de chegada, não compensa a jornada esquecida pelo autoconhecimento. É no labirinto de si mesmo que jaz a verdadeira odisseia – desvendar os mistérios do coração, decifrar as sombras, e encontrar, no silêncio, a resposta.
Profundezas
Alma – O cosmos pode ser medido em anos-luz, mas o verdadeiro infinito reside dentro de cada ser. A jornada pelo espaço é breve se comparada ao mergulho nas profundezas da alma. Quantas galáxias ainda desconhecemos, mas quantos de nós conhecemos a nossa própria?
Íntimo
Silêncio – Talvez a verdadeira conquista não seja tocar a Lua, mas tocar o cerne do que somos. E nesse encontro íntimo, descobrir que o universo, com toda sua vastidão, cabe no silêncio de um olhar.
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