Adentrando no átrio do templo do capitalismo, me deparei com o próprio
Por Mariano Soltys, filósofo e professor

Adentrando no átrio do templo do capitalismo, eis que me deparei com o paraíso das mulheres. O homem? Não. Era uma loja de roupas cara em um dia de oferta. A irmã da religião, e havia japonesas, muçulmanas, católicas, evangélicas e demais.
Sua fé
Afrodite – Sua fé? Roupas, perfumes, adereços, em um culto de Vênus, Afrodite, da beleza e essência feminina. Loja cheia. Já nós, homens, segurávamos o tempo em que esperávamos, com sacolas nas mãos. A conta? Há damas que gastam R$ 500,00, R$ 1.000,00, R$ 2.000,00. O culto era o shopping e a loja, cara.
Café literário
Tempo apocalíptico – Chegando o ano que se aproxima, assim todas estavam em dia com o tempo apocalíptico. Ou do acabou? Não, apenas foi dominado em paraíso pelas mulheres: inteligentes, versáteis, inovadoras, empoderadas. Noutro dia estava eu a escrever, em um café literário da Argentina. Por lá, a literatura feminina, novo paraíso.
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